What are we anyway;
Vê-se na construção do ego o declínio da humanidade. A negação dos valores e da ética e a substituição do bom senso pelo hedonismo egoísta, o desejo de sentir prazer sem vista nas conseqüências. Poder-se-iam transcrever inúmeras linhas a respeito do assunto, incontáveis crônicas. Filmes de sucesso, produtos inovadores. Todos se atentando a necessidade intimista do ser, de afirmar-se como sei-lá-o-que. Antes, éramos maiores, éramos para nós e para todos, hoje, somos apenas uma versão diminuída de uma alma amadora, cansada demais para voar. Preguiçosa demais para tentar.
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