I'll made you coffee, and you'll read the paper
Vivo meus amores em queda livre, sempre me doando por inteira. Seja um dia, uma semana, um mês ou um breve momento. A dor não é tão grande quanto parece. Depois que um amor vai embora, outro aparece, é a ordem natural das coisas. Ou pelo menos é o que dizem. Já pensei em viver minha vida por alguém, em mudar meu nome, minha atitude, meu estado civil. Já sonhei em ter uma casa com cerca branca, rodeada de pequenos animais. Imaginei-me colorida em fitas, café da manhã na mesa, um bom dia, beijo antes do trabalho, estas coisas banais, que todo mundo pensa, nem que seja por um instante. Queria dizer que não penso mais nestas futilidades, mas são vontades maiores do que meu desejo de permanecer intacta. Indolor mesmo, não é nem passar a vida, nem a deixar passar por você. Não existe fórmula mágica, não existe eu, nem você, nem nós. O que existe, está além de palavras.
A foto lembrou meu filme ^^
ResponderExcluirBonito post.
tudo o que disse soa meio nostalgico.. como algo que aconteceu e passou...
Ah é verdade, a foto parece a moça do seu filme, rsrs.
ResponderExcluirSobre o post você tem meia razão: aconteceu, mas não passou. Algo sempre fica. Neste caso, a vontade de realizar todos estes sonhos ainda. :)